DOU GREEN CARD PRA QUEM CASAR COMIGO


20-09-2009

Aqui nos EUA muito já se ouviu falar em “casamento por um green card.” Mas um anúncio de correio sentimental tem feito o inverso: “busco um casamento, em troca ofereço um green card.” Lido no rádio, o anúncio a seguir causou o furor das mulheres brasileiras em Massachusetts:

“O prazer da mulher é servir ao homem. 

Procuro mulher que faça comida fresca para mim todos os dias (detesto comida de microondas), que me traga cafezinho na cama, que lave e passe as minhas roupas, que pague o aluguel sozinha, que faça compra todos os dias antes de sair para o trabalho, que antes de passar na sala me peça licença, que não use muito o computador (detesto o Orkut), que só fale com a família no telefone quando eu não estiver em casa, que fale inglês para resolver os problemas diários de casa, que me obedeça. 

Ofereço a esta mulher a chance de ter um green card. 

As candidatas podem mandar correspondência imediatamente. 

Fernando” 

Bom, depois do anúncio cara-de-pau, uma ouvinte da rádio WSRO (650 AM) respondeu: “ele só vai encontrar mulher assim no cemitério;” outra disse que “ele não quer mulher, e sim uma escrava.” 

Fernando é um solteirão mineiro de 48 anos, nunca se casou, um torcerdor do Galo que adora malhar o tempo todo. 

Até uma anunciante de um curso de inglês local, a ex-ativista comunitária Ilma Paixão, não resistiu e cutucou o rapaz: “O que o Fernando procura não é uma mulher, mas sim uma égua.” 

E você, leitora, o que você acha? Será que o Fernando não está supervalorizando o seu green card? Qual seria a melhor resposta para o anúncio dele?


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